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Archive for Dezembro, 2010

Os filmes de 2010

Escolhas de Jorge Mourinha, Luís Miguel Oliveira e Vasco Câmara

 

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O motor.

O coração é dos motores mais potentes. E o melhor? O combustível nunca é o mesmo. Amor? Amizade? Respeito? Afinal o que nos move na vida? Se parares de respirar vives? E se parares de sonhar? Eu acredito que sim, tenho acreditado. Vivemos sim pela espera do dia seguinte, e isso sim é a piada da vida. Para quê fazer planos? Para quê sonhar?

A vida é um arco íris, não possui as nossas cores favoritas, mas mesmo assim não deixa de ser colorido.

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Há quem aposte na excelência dos materiais e há quem não se possa dar a essa luxo. Há quem trabalhe com prata da casa e quem encomende capas a especialistas. Eis alguns daqueles que contribuem para que um olhar pelos expositores de uma livraria possa ser uma experiência.

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(de Gonçalo Mira)

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Viver.

Passeava pelas ruas de Bayonne. Admirava as típicas casas, junto à catedral, aquela madeira colorida, o país Basco impresso em cada esquina. Neste passeio, recordei uma série, A série! ”Sex and the city”, mas que raio de vicio! Lembrei-me da protagonista. Vivia na sua casa, sozinha, no meio daquela cidade sem pausas, a vida dela tinha tudo menos pausas. Sofreu por amor, deixou de acreditar, e por fim encontrou-o. Viveu, perdeu, descobriu, errou, cresceu, perdoou, aprendeu, e voltou a viver. A vida afinal são ciclos, como tudo tem um inicio, um meio e um fim. Não vamos encarar as quedas que damos como um fim, vamos sim pensar que não passam de um obstáculo, ganhamos experiência, noção e resistência para a próxima queda! Depois de uma queda, dói, mas o melhor é quando quem nos rodeia vem logo a correr dar nos a mão para nos ajudar a levantar, e quando acabas por te levantar e sentes que podes voltar a cair, continuas sim a sentir o medo, mas não passa disso, de MEDO. A vida não teria piada sem as nossas quedas, sem os nossos sonhos destruídos, sem as nossas ilusões, sem as nossas miragens. Porque não sonhar? Mesmo que todos os nossos sonhos, até hoje não tenham passado disso mesmo, de sonhos. A realidade da vida é linda, linda sim, perfeita não. Aí está o segredo.

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As folhas.

Uma árvore. Não grande, média. No meio de uma colina, lá se encontra ela sozinha, como um objecto que abandonamos na rua que no nosso entender, deixou de ter qualquer utilidade. Muitas folhas voam, brincam em seu redor, soltas. É outono, ouve-se o vento a assobiar. A árvore olha, sente e vê com desespero as suas folhas, passo a passo fugirem, desaparecerem, afinal são parte dela não? Podemos nós escolher quem faz parte de nós? Podemos nós aceitar quem nos rodeia sem qualquer objecção? Ou quando chega a hora de partirem, aí sim acordamos para uma nova realidade e pensamos, ou queremos acreditar, que a vida, o nosso meio, é composto por um vai e vem, por uma roda viva que não faz qualquer pausa no dia a dia, no caminho que é a vida. A questão coloca-se, quando nos livramos de algo, que no nosso ver já não tem serventia, mas passado algum tempo nos apercebemos que até poderia dar nos jeito para determinada situação, o que fazemos? Lamentamos? Um misto de arrependimento, saudade e melancolia. Viramos a página da vida à espera que o outono passe, que o inverno traga sofrimento, mas que por fim a primavera traga um novo dia merecido à pobre árvore.

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ABC – The Pipettes

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Uma nuvem.

Quis acreditar que era um nuvem, cinzenta, não daquelas que traz às costas a chuva, mas sim daquelas apenas que fazem sombra.
Quando olhei para o céu vi então que não era uma nuvem, era uma criatura, parecia um pássaro. Mas que pássaro tão diferente! Não voava, deslizava, não abria as asas, dançava, era mágico.
Acreditas em magia? eu acredito. Em fadas, nem tanto.
A criatura, o pássaro era tão diferente, com uma beleza exótica, nem todos o adorariam, acha-lo-iam estranho, uma ave rara até.
Afinal o que chamamos de belo? O que é considerado bonito?
Gostamos de algo, alguém pela embalagem que ostenta? ou admiramos com olhos só nossos, à nossa maneira o que amamos? É vazio? É perfeito?
Pelo contrario, esta criatura era diferente, de longe era perfeita, de longe encaixava nos parâmetros da perfeição, no entanto continuo hoje a considera la perfeita, a querer apanha-la, caça-la! Não para a colocar numa gaiola, apenas coloca la a meu lado, no dia-a-dia, no caminho da vida, admira-la de forma perfeita com o seu ar imperfeito*

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